Pediatria Geral & Onco-hematologia Pediátrica
O que é?
A amigdalite é uma infecção das amígdalas que, na infância, costuma ser causada por vírus na maioria das vezes, embora também possa ter origem bacteriana. Entre os sintomas mais comuns estão dor de garganta, febre, dificuldade para engolir, mal-estar e aumento dos gânglios no pescoço. Como as causas virais e bacterianas exigem condutas diferentes, uma avaliação pediátrica precisa é fundamental para diferenciar os quadros e evitar tratamentos desnecessários.
Há décadas atendendo crianças e adolescentes em seu consultório no Itaim-Bibi, Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. desenvolveu experiência prática consistente no diagnóstico e manejo de amigdalites, combinando avaliação clínica cuidadosa com recursos que agilizam a definição diagnóstica.
Essa agilidade começa por saber reconhecer, já nos primeiros sinais, o que diferencia um quadro viral de um bacteriano.
Sintomas
Nas amigdalites, diferenciar os quadros virais dos bacterianos é o ponto central da avaliação, já que a idade da criança e o conjunto de sintomas ajudam a orientar essa distinção. Em crianças abaixo de 2 anos, por exemplo, amigdalites bacterianas praticamente não ocorrem. Entre os sinais que ajudam a diferenciar os dois quadros, estão:
- Amigdalites virais: dor de garganta e febre como sintomas predominantes;
- Amigdalites bacterianas: febre costuma ser alta, a fala pode se tornar anasalada, a dor é intensa a ponto de dificultar a ingestão de alimentos, surgem nódulos no pescoço e, de forma característica, não há tosse associada.
Quando existe suspeita de causa bacteriana, o exame de maior utilidade para confirmar o diagnóstico é o teste rápido, conhecido como strepto-test. Sua principal vantagem é orientar a conduta com precisão, evitando tanto o uso desnecessário de antibióticos quanto o atraso no tratamento quando ele é realmente indicado.
Diagnóstico e Tratamento
O tratamento das amigdalites depende da causa do quadro, da intensidade dos sintomas e da idade da criança. Como muitas amigdalites na infância são virais, a avaliação clínica cuidadosa é fundamental para diferenciar os casos que precisam apenas de acompanhamento e alívio dos sintomas daqueles em que há suspeita de infecção bacteriana.
Tratamento de suporte
Nos quadros virais, a conduta costuma ser voltada ao controle da febre, da dor de garganta e ao incentivo à hidratação, além do acompanhamento da evolução clínica. O objetivo é proporcionar conforto à criança e observar sinais que indiquem necessidade de reavaliação.
Tratamento medicamentoso
Quando há suspeita de amigdalite bacteriana, especialmente com apoio do teste rápido para pesquisa de estreptococo, pode ser indicado tratamento específico. A escolha da medicação deve ser feita com critério, evitando o uso desnecessário de antibióticos em quadros virais.
Acompanhamento clínico
A observação da resposta ao tratamento é parte importante da condução do caso, sobretudo quando há febre alta, dificuldade para se alimentar ou aumento dos gânglios no pescoço, sinais que podem indicar necessidade de reavaliação mais próxima.
Como é o atendimento?
No atendimento de amigdalites, a avaliação clínica é conduzida com atenção especial aos sinais que podem indicar, ou afastar, um processo bacteriano. Durante a consulta, Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. observa aspectos como febre, dor para engolir, presença ou ausência de tosse, aspecto da garganta e aumento de gânglios no pescoço, análise que é fundamental para evitar tratamentos desnecessários e orientar a melhor conduta para cada criança.
Mesmo diante de uma boa avaliação clínica, o teste rápido para pesquisa de infecção bacteriana é considerado de grande importância nesse processo. O kit para esse exame está disponível no próprio consultório, o que permite maior agilidade na definição diagnóstica e na tomada de decisão, sem a necessidade de aguardar resultados externos.
Quando a infecção bacteriana é comprovada em crianças acima de 3 anos, o tratamento pode incluir antibióticos da classe das penicilinas, de acordo com a indicação clínica, com orientação clara à família sobre o uso correto da medicação e a evolução esperada até a recuperação completa.
Prof. Dr. Paulo Taufi Maluf Jr.
Pediatria Geral & Onco-Hematologia Pediátrica
CRM-SP: 21769 | RQE: 058005 | RQE: 93377
Prof. Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. é pediatra com sólida trajetória na Pediatria Geral e na Onco-hematologia Pediátrica. Formado pela Faculdade de Medicina da USP em 1974, realizou residência em Pediatria e em Onco-hematologia Pediátrica no Instituto da Criança do HCFMUSP. É titular da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, com RQE 58005 e 93377, além de membro da SIOP e da ASPHO.
Com doutorado e título de professor livre-docente pela FMUSP, construiu uma carreira marcada pela assistência, docência e produção científica. Atuou no Instituto da Criança do HCFMUSP, dirigiu os serviços de Pediatria dos hospitais Nove de Julho e A.C.Camargo. Atualmente, integra a retaguarda pediátrica e o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Há 40 anos mantém consultório no Itaim-Bibi, atendendo crianças e adolescentes de 0 a 18 anos em cuidados preventivos e em quadros de maior complexidade. Seu trabalho é pautado por escuta atenta, exame clínico criterioso e medicina baseada em evidências, com atenção especial ao esclarecimento das dúvidas dos pais e familiares.
Entre seus diferenciais, inclui-se a ampla experiência em imunizações, aplica vacinas em consultório apoiado nas normas exigidas. Sua prática valoriza um olhar humanizado e integral, sempre com foco no crescimento saudável e no bem-estar global de cada paciente.
Fluente em inglês, francês e espanhol, alem de conhecimentos básicos de alemão, oferece a famílias que, expatriadas, procurem assistência em seu próprio o idioma.


