Pediatria Geral & Onco-hematologia Pediátrica
O que é?
A pneumonia é uma infecção pulmonar que pode ter origem viral ou bacteriana e merece atenção especial na infância, período em que a evolução do quadro tende a ser mais rápida do que em adultos. Entre os sinais mais comuns estão febre, tosse, cansaço, respiração mais rápida e queda do estado geral. Como a intensidade do quadro pode variar consideravelmente de uma criança para outra, a avaliação pediátrica é essencial para definir a gravidade, a necessidade de exames complementares e o tratamento mais adequado para cada caso.
Doutor pela FMUSP, onde também obteve o título de professor livre-docente, Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. dedica parte importante de sua atuação em Pediatria Geral ao manejo de pneumonias, conduzindo a avaliação clínica com base em evidências e atenção às particularidades de cada paciente.
Essa base científica se traduz, na prática, em uma leitura cuidadosa dos sintomas que costumam acompanhar o quadro.
Sintomas
Nas pneumonias, alguns sintomas se repetem com tanta frequência que funcionam como sinais de alerta importantes para os pais. Entre os mais característicos, estão:
- Febre, praticamente constante nesse quadro;
- Prostração e hipoatividade, com redução do interesse por atividades habituais;
- Cansaço e maior esforço para realizar tarefas simples;
- Respiração mais rápida, muitas vezes acompanhada de esforço respiratório visível;
- Dor torácica, normalmente mais referida em crianças maiores;
- Comprometimento do estado geral, que pode ser bastante evidente em alguns casos.
Diante desse conjunto de sinais, a avaliação pediátrica cuidadosa é o que permite identificar a real gravidade do quadro e definir a conduta mais adequada. O diagnóstico se apoia de forma importante no exame clínico: a ausculta pulmonar costuma trazer achados característicos, que orientam fortemente a suspeita diagnóstica. Em algumas situações, a radiografia de tórax pode ser necessária para complementar a avaliação, assim como a identificação do agente infeccioso, quando essa informação contribui para uma condução mais precisa do caso.
Diagnóstico e Tratamento
O tratamento das pneumonias na infância depende da causa da infecção, da idade da criança e da gravidade do quadro. Como a pneumonia pode ter origem viral ou bacteriana, a definição da conduta exige avaliação clínica cuidadosa para indicar a abordagem mais adequada em cada situação.
Tratamento de suporte
Em todos os casos, é fundamental acompanhar o estado geral da criança, a presença de febre, a aceitação de líquidos e alimentos e o esforço respiratório. Medidas de suporte e observação clínica ajudam a monitorar a evolução e a identificar sinais de piora que possam exigir reavaliação mais rápida.
Tratamento medicamentoso
Quando há suspeita ou confirmação de infecção bacteriana, o tratamento pode incluir antibióticos. Já em quadros virais, a conduta costuma ser voltada principalmente ao controle dos sintomas e ao acompanhamento da evolução clínica. A indicação de medicamentos deve sempre considerar critérios objetivos, evitando intervenções desnecessárias.
Acompanhamento clínico
Em casos com maior comprometimento respiratório ou estado geral mais afetado, pode ser necessária observação mais próxima, com reavaliações frequentes até a confirmação de melhora consistente do quadro.
Como é o atendimento?
No atendimento de pneumonias, a avaliação clínica é conduzida de forma minuciosa para definir a gravidade do quadro, a necessidade de exames complementares e a melhor conduta para cada criança. Durante a consulta, Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. observa atentamente a respiração, o estado geral, a febre, a aceitação alimentar e outros sinais que ajudam a decidir se o tratamento pode ser conduzido em casa ou se exige cuidados mais intensivos.
Mesmo quando há indicação de antibióticos, em muitos casos o tratamento pode ser feito por via oral, no domicílio, desde que a criança esteja em boas condições gerais e com acompanhamento médico próximo. A família recebe orientações claras sobre a forma de administrar a medicação, os sinais de melhora esperados e os alertas que exigem reavaliação imediata.
Se a criança apresenta vômitos que dificultam o uso da medicação, ou sinais de queda de oxigenação, a internação pode ser necessária para garantir suporte adequado e monitoramento mais rigoroso, assegurando a recuperação segura até a alta.
Prof. Dr. Paulo Taufi Maluf Jr.
Pediatria Geral & Onco-Hematologia Pediátrica
CRM-SP: 21769 | RQE: 058005 | RQE: 93377
Prof. Dr. Paulo Taufi Maluf Jr. é pediatra com sólida trajetória na Pediatria Geral e na Onco-hematologia Pediátrica. Formado pela Faculdade de Medicina da USP em 1974, realizou residência em Pediatria e em Onco-hematologia Pediátrica no Instituto da Criança do HCFMUSP. É titular da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, com RQE 58005 e 93377, além de membro da SIOP e da ASPHO.
Com doutorado e título de professor livre-docente pela FMUSP, construiu uma carreira marcada pela assistência, docência e produção científica. Atuou no Instituto da Criança do HCFMUSP, dirigiu os serviços de Pediatria dos hospitais Nove de Julho e A.C.Camargo. Atualmente, integra a retaguarda pediátrica e o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Há 40 anos mantém consultório no Itaim-Bibi, atendendo crianças e adolescentes de 0 a 18 anos em cuidados preventivos e em quadros de maior complexidade. Seu trabalho é pautado por escuta atenta, exame clínico criterioso e medicina baseada em evidências, com atenção especial ao esclarecimento das dúvidas dos pais e familiares.
Entre seus diferenciais, inclui-se a ampla experiência em imunizações, aplica vacinas em consultório apoiado nas normas exigidas. Sua prática valoriza um olhar humanizado e integral, sempre com foco no crescimento saudável e no bem-estar global de cada paciente.
Fluente em inglês, francês e espanhol, alem de conhecimentos básicos de alemão, oferece a famílias que, expatriadas, procurem assistência em seu próprio o idioma.


